“Endobranding é gente” – Luciane Paim no GPRS 2012

luciane paim

O foco do endobranding é compartilhar convicções estratégicas da empresa com seus públicos, internos e externos. Em sua palestra no 1º Congresso de Planejamento do Rio Grande do Sul PRS, Luciane Paim (Oito Endobranding), que é psicóloga por formação, afirma que adotar esta estratégia nas empresas é imprescindível para consolidar seu posicionamento humanizado (gentificação, segundo ela), transparecendo sentimentos em comum com as pessoas com as quais se relaciona.

A internet é potencializadora, e o estado é de “agora”. Ela cita como exemplo as fotos tiradas pelo aplicativo instagram: em menos de um minuto, cafés, comidas recém preparadas, lugares em que o usuário se encontra, já estão na rede com apenas um click. Luciane acredita que o desenvolvimento social é favorecido com as redes sociais digitais, pois a possibilidade de compartilhar ajuda na construção de uma nova identidade.

Ela também fala sobre Human Brands, que nada mais é do que marcas que se transformam e se reinventam assim como as pessoas e existem através das pessoas. Marcas, assim como nós, são reais e tem falhas.
Os clientes querem que asm marcas sejam como eles, como gente de verdade. E querem que se comunique da mesma forma.

Como exemplo, Luciane citou uma reportagem especial da revista Exame de março de 2010: “Identidade diferente da imagem da marca” . “O cliente sempre tem razão” é uma mentira, de acordo com a reportagem.

Como o título deste post diz, Endobranding é GENTE. Mais do que isso, é um processo com o proposito de harmonizar valor da marca e cultura organizacional. Se deseja conquistar clientes, comece pelos colaboradores. Ouça o que os clientes tem a dizer.

As boas ideias surgem de pessoas conectadas e como exemplo, vimos o vídeo de Steven John:

Para finalizar, Luciane ainda citou Pierre Lévy: “Cada ser humano sabe alguma coisa, mas ninguém sabe tudo.”

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