BEAT GIRL bate recorde nos cinemas portugueses

BEAT GIRL bate recorde nos cinemas portugueses Foto: Reprodução

*Por Sheron Neves, colunista da Escola de Criaçãoe professora do Curso de Storytelling e Transmídia para Marcas

Como já havia postado aqui, a empresa beActive – do produtor transmídia português Nuno Bernardo – inovou ao usar em 2012 o Pinterest como plataforma de lançamento do projeto BEAT GIRL. A história, baseada no livro de Jasmina Kallay, agora virou filme, e atraiu no seu primeiro final de semana de exibição em Portugal um público de quase meio milhão (tornando-se a segunda produção portuguesa de maior bilheteria da história).

Após acompanhar o dia a dia da protagonista Heather Jennings via Pinterest, Facebook e Youtube por cerca de um ano (o que incluía postagens semanais de vídeos, músicas e imagens estilo fotonovela), os fãs podem agora assistir ao longa-metragem rodado em Londres e falado em inglês. Há também uma série de TV complementar, de produção norte-americana, que está em desenvolvimento.

Com intensa campanha de divulgação em Portugal – onde é patrocinado pelo portal Sapo Online – BEAT GIRL não é uma história original. Aborda a tradicional temática jovem da jornada de autodescoberta. Seu mérito – e a razão deste post – está na forma como o projeto soube se desdobrar em diferentes mídias, permitindo a interação com o público e apostando no potencial narrativo de uma rede social relativamente nova como o Pinterest. A popularidade do filme, portanto, talvez se deva menos à sua qualidade e mais à base de fãs que conseguiu formar e fidelizar no decorrer de um ano.

Exemplo de promo criada para estreia em Portugal

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