Dia do Publicitário

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Hoje é dia daquele que faz a gente rir, chorar, votar, comprar, vender, brigar, amar, curtir, compartilhar, retwittar e comprar de novo!
Isso mesmo, no Dia do Publicitário, mais do que parabenizar os profissionais da área, também queremos mostrar que a publicidade é quase um círculo vicioso. No momento em que você vê uma campanha ou peça que te chama atenção, é quase impossível não se apaixonar e desejar fazer parte desse universo.

Para provar isso, pedimos para alguns professores da Escola de Criação nos contar quais foram as campanhas ou acontecimentos que de alguma forma os influenciaram na escolha da profissão.

Diego Wortmann – Diretor de Criação da 3yz e professor do Curso de Criação

Para mim, o maior reconhecimento de um publicitário é ver as pessoas na rua comentando a sua ideia, cantando seu jingle e falando sobre o seu filme. Pessoas “comuns”, não publicitários. Eu sempre dizia que a minha meta na carreira era fazer com que a minha vó comentasse sobre uma ideia minha sem saber que ela era minha. Aí eu comecei a resgatar peças com as quais eu fazia isso. E me veio na cabeça um filme gaúcho das Tintas Renner. Um filme de ofertas, simples, mas que tinha um jingle “chiclete”, que entrava na minha mente e eu cantava como se fosse a música de uma banda. Muito influenciado por ele, eu vi que poderia ser uma oportunidade de fazer algo que ficasse na cabeça das pessoas. E isso me ajudou muito na hora de escolher essa profissão e pensar o que gostaria de fazer na minha carreira.

Zico Farina – Redator da DM9, colunista e professor do Curso de Criação
Eu comecei em propaganda por causa da Farmácia.
Assim, com F maiúsculo.
Era a minha segunda tentativa em passar no vestibular de Farmácia.
E nada.
E eu sonhando com a minha farmácia. Assim, com f minúsculo.
O prédio decorado, o logotipo na porta, as embalagens cuidadosamente desenvolvidas, com o logotipo bem impresso, o cartão de visitas,
A papelaria, as embalagens de presentes com o logotipo bem grande, os anúncios da farmácia, as campanhas da farmácia.
Demorei quase uns 30 anos para entender que eu não queria cursar Farmácia, queria fazer comunicação.
Farmácia, hoje, só pra comprar remédios para os males profissão que eu escolhi.

Marcelo Lubisco – Planejamento na Agência Duplo e professor do Curso Click! Planejamento Criativo

Quando eu era criança a comunicação era totalmente diferente. Naquela época era muito mais fácil que um comercial caísse no gosto da massa e virasse bordão. Menos alternativas de mídia, mais gente assistindo as mesmas coisas. Assim, os comerciais que me inspiraram, acabaram sendo os famosos da época: a campanha da Brastemp, as ousadias da Benetton, mais tarde as paródias musicais pipoca e pizza com Guaraná. Isoladamente, os comerciais que me lembro era o do Cornetto, na época que ainda era da Gelatto, com um jingle baseado em O Sole Mio que grudava nojentamente no cérebro e o comercial das camisas US TOP, com o famoso bordão “bonita camisa, Fernandinho”.

Fabio Ochman Medvedovsky – Redator da Competence e professor do Curso de Criação
Separei alguns links de comerciais que foram marcantes na minha infância e adolescência (faz tempo). Sem dúvida, eles influenciaram na hora de escolher a minha profissão. Assistam:

Feliz Dia do Publicitário!

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