Quando a moda encontra o Surrealismo

A moda maluca de Manon Kudig e sua "falta de interesse pelo comercial" chamam atenção em trabalhos criativos foto: reprodução

“A moda deve ser uma forma de escapismo, e não uma forma de prisão”, disse certa vez Alexander McQueen. A frase se aplica bem ao trabalho do artista Manon Kündig, que leva para as passarelas peças inspiradas nas colagens que cria.

Manon, que nasceu na Suíça e se formou na consagrada Escola de Belas Artes da Antuérpia, na Bélgica parece não se importar muito com a moda comercial que conhecemos atualmente: ela gosta de imagens roubadas do Google, de exageros, cores e mais cores, texturas e estampas.

Sim, tudo misturado. Como se fosse uma espécie de colagem híbrida, mashups de tecidos.
E Manon sabe provocar como ninguém. Em seu trabalhos com lenços, recriou os clássicos Hermès com — pasme — imagens de ânus. Com seus recortes extravagantes, ganhou prêmios importantes, dados pelo Mode Museum, Dries Van Noten e também assinou uma coleção na loja-conceito Ra.

Diz ela que “não está interessada em moda”, que gosta mesmo é de olhar o corpo humano e trabalhar em torno dele e não ficar fixada em tendências.
Será? Bom, de qualquer forma, o trabalho é absolutamente encantador.

Confira mais:

Gostou? Compartilhe: