As bandas de rock mais influentes da história

As bandas de rock mais influentes da história / Foto: reprodução

A partir de hoje, a semana será totalmente dedicada ao gênero musical mais controverso de todos os tempos: o rock. Para inaugurar os trabalhos dedicados ao Dia Mundial do Rock (13 de julho), nada melhor do que começar falando sobre as bandas que estão definitivamente perpetuadas no mundo da música. fique tranquilo, a lista jamais será definitiva (aproveite para completá-la nos comentários).

O rock’n’roll inicia sua trajetória nos Estados Unidos, no início de 1950, com uma louca mistura de blues, música country e rhythm and blues. A partir dos anos 60, começam a surgir diversos subgêneros, e o rock vai ganhando as inúmeras formas que conhecemos hoje em dia. De lá para cá, muitas bandas marcaram a história da música, influenciando gerações e novas bandas ao longo do tempo. Embora algumas delas não existam mais, as bandas mais épicas continuam movendo multidões. Confira a biblioteca básica que elaboramos:

Beatles

John Lennon, Paul McCartney, George Harrison, Stuart Sutcliffe (baixo) e Pete Best (bateria) começaram a tocar em 1960, durante o colegial, com a alcunha de The Quarryman. Formaram carreira se apresentando em pubs de Liverpool e Hamburgo durante um período de três anos. Em seguida, o nome The Beetles surgiu e foi mudado após uma turnê na Escócia para The Beatles. Sutcliffe deixou o grupo em 61, e Best foi substituído por Ringo Starr no ano seguinte. Até hoje, a razão do fim do grupo é associada ao romance de John Lennon e Yoko Ono. A última apresentação do grupo aconteceu no telhado da gravadora Apple, no centro comercial da capital inglesa, em 30 de janeiro de 1969. O show durou 42 minutos.

Rolling Stones

Os Stones foram os caras que rivalizaram diretamente com os Beatles nos anos 60. Com um estilo bem mais agressivo, eles apostavam num visual rocker, de jaquetas, calças rasgadas e rebeldia, enquanto os Beatles seguiam de terninho bem cortado, sendo os “bons meninos” do pedaço. Apesar da rivalidade envolvendo os dois grupos, comparar as bandas é uma polêmica eterna. Mick Jagger, Keith Richards, Ron Wood e Charlie Watts executam até hoje algumas das canções mais importantes do rock.

The Who

Anarquia é a principal definição desse quarteto inglês. Famosos por destruir seus instrumentos e equipamentos durante as suas arrasadoras apresentações ao vivo, tendo Pete Towshend como compositor, líder e guitarrista, gravaram a famosa ópera-rock Tommy. O disco conta a saga do garoto cego, surdo e mudo que se transformou no “Mago do Pinball”. Foi uma das primeiras bandas realmente pesadas da história e precursora do movimento mod no Reino Unido, influenciando tantas outras.

Led Zeppelin

Apesar de ser um dos precursores do que viria a se chamar de heavy metal, é possível escutar de tudo em seus excelentes discos: blues, folk, hard rock, rockabilly, reggae, progressivo, soul, funk, e até improvisações de jazz. A banda se despediu dos palcos em 1980, mas rolaram algumas reuniões depois para matar a saudade. Formado em Londres em 1968, o grupo tinha como membros o lendário guitarrista Jimmy Page, o vocalista Robert Plant, o baixista e tecladista John Paul Jones e um dos maiores bateristas de todos os tempos: John Bonham. Os três primeiros álbuns da banda venderam como água e o quarto, Led Zeppelin IV, contendo a famosa faixa “Stairway to Heaven” está entre as obras mais populares e influentes do rock.

Pink Floyd

O Pink Floyd é uma das bandas de rock mais influentes e comercialmente bem-sucedidas da história. O rock progressivo de David Gilmour, Nick Mason, Roger Waters, Richard William Wright e Syd Barrett vendeu mais de 200 Milhões de álbuns ao redor do mundo. Não é à toa que a banda foi introduzida no Hall Of Fame of Rock And Roll no ano de 1996.

The Doors

A importante banda norte-americana dos anos 60 tinha como símbolo máximo o vocalista Jim Morrison, um verdadeiro mito, que morreu precocemente de overdose. As letras delirantes de Morrison junto com a sonoridade única e psicodélica da banda tiveram forte influência em várias gerações.

AC/DC

Formada em Sydney(Austrália) em 1973 pelos irmãos Angus e Malcom Young, a banda é normalmente é classificada como hard, mas os membros do AC/DC sempre classificaram a sua música como simplesmente rock and roll. So, rock and roll it is, ok? O AC/DC, desde a sua criação já vendeu mais de 200 milhões de álbuns em todo o mundo. Para ser ter ideia da grandiosidade do grupo, o disco Back in Black sozinho já vendeu cerca de 43 milhões de cópias mundialmente,  fazendo dele o 2º mais vendido de todos os tempos!

The Clash

Uma banda inglesa de estrondosa importância para o punk rock foi o Clash. O grupo sempre se caracterizou pelo visual rebelde e pelas letras politizadas. Surgido em 1976, o grupo formado por Joe Strummer (vocalista principal, guitarra), Mick Jones (guitarra principal, vocal de apoio), Paul Simonon (baixo, vocal de apoio) e Nicky “Topper” Headon (bateria percussão), é creditado como a banda pioneira na defesa da política radical no punk rock, protestando contra a monarquia e a aristocracia Entretanto, ao contrário de outros grupos, o Clash rejeitava o niilismo e foi ardente na defesa das causas sociais. O grupo era conhecido como “bagunceiros pensantes”.

Queen

Outra banda que sempre foi injustiçada pela crítica, e que hoje é exaltada. É muito difícil definir o som do Queen. Hard Rock, Progressivo, Música de Cabaré, Ópera, música Clássica, Pop, Funk, cabe tudo em seu liquidificador sonoro. Freddie Mercury foi um verdadeiro maestro de multidões, com seu carisma e talento comandava as massas em coros antológicos.

Nirvana

Símbolo do movimento grunge, a banda formada em 1986 em Seattle dominou a cena do rock na primeira metade da década de 90. Antes de ficar conhecida como Nirvana, teve formações e nomes variados: Stiff Woodies, Skid Row e Sellouts não vingaram e em 1986, com a formação Kurt Cobain (guitarra e voz), Kris Novoselic (baixo) e Chad Channing (bateria), o grupo passou a se chamar Nirvana. Em 1990, David Grohl, atual frontman do Foo Fighters, entrou para o Nirvana como novo baterista.  No ano seguinte, o grupo muda de selo, adotando a DGC. No mesmo ano a banda entra em estúdio para gravar o segundo CD, Nevermind, o álbum ícone que colocaria o Nirvana definitivamente no topo das paradas, computando 10 milhões de cópias vendidas. Nevermind tirou a gravadora do buraco e continua sendo muito vendido até hoje.

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