19 anos sem Mamonas Assassinas

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No dia 2 de março de 1996, um acidente de avião determinou a partida precoce de Dinho, Sérgio, Samuel, Júlio e Bento. Esses caras de vinte e poucos anos formavam um dos grupos mais irreverentes que o Brasil já conheceu e que teve seu auge em 1995: os Mamonas Assassinas, que conquistaram o país com letras incrivelmente bem humoradas. E o mais impressionante da história deles é que as gerações seguintes também os escutaram, fazendo com que a memória da banda permaneça viva até hoje.

Depois de 150 shows pelo Brasil, eles se tornaram mitos. Para nós, ficou a saudade daquele meteoro que passou tão rápido pelas estações de rádio. Não importa se “seus cabelo é da hora ou seu corpo é um violão”: todo mundo aprendeu noções de preservação da natureza cantando “o homem é corno e cruel, mata a baleia que não chifra e é fiel”, de liberdade sexual com “faça bem a barba, arranque seu bigode, gaúcho também pode, não tem que disfarçar” e que “mês de agosto sempre tem vacinação”, certo?

Hoje é dia de lembrar alguns hits e assistir depoimentos dos próprios músicos, como no documentário “Mamonas Para Sempre”, lançado em 2009. Pegue seu lencinho:

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